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[Questão] Licitações (Lei 8.666)

[CESPE/2018                             TCE-PB] Nas licitações públicas, de acordo com o princípio do julgamento objetivo,
a) comprovado o melhor interesse da administração, os critérios de julgamento poderão incluir fatores subjetivos.

b) concluído o procedimento, a administração estará impedida de atribuir o objeto da licitação a outrem que não o licitante vencedor.

c) o julgamento do certame deve nortear-se pelo critério previamente fixado no instrumento convocatório, observadas todas as normas a seu respeito.

d) a administração poderá cobrar do licitante qualquer qualificação, ainda que não inserida no edital, desde que a exigência tenha nexo relacional com o objeto da contratação.

e) o julgamento do certame deve realizar-se segundo razões de conveniência e oportunidade do gestor.

 


 

Princípio do julgamento objetivo

O princípio do julgamento objetivo guarda estreita relação com os princípios da impessoalidade e da vinculação ao instrumento convocatório. Tal postulado impõe que as propostas da licitação devem ser julgadas de acordo com os critérios objetivos previamente definidos no edital ou convite (art. 44 e 45). As margens de apreciação subjetiva devem ser mínimas, sendo vedada a “utilização de qualquer elemento, critério ou fator sigiloso, secreto, subjetivo ou reservado que possa ainda que indiretamente elidir o princípio da igualdade entre os licitantes” (art. 44, §1º).

8.666 /Art. 45. O julgamento das propostas será objetivo, devendo a Comissão de licitação ou o responsável pelo convite realizá-lo em conformidade com os tipos de licitação, os critérios previamente estabelecidos no ato convocatório e de acordo com os fatores exclusivamente nele referidos, de maneira a possibilitar sua aferição pelos licitantes e pelos órgãos de controle.

Gabarito:  C

Mapa Mental em: Licitações (Lei 8.666)

Licitações - Julgamento Objetivo

Licitações – Julgamento Objetivo

 


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[Questão] Português

[FCC/2018                                  SABESP] Quanto ao uso do hífen no texto, é correto afirmar que:

A) No termo “re-balcanização” (2º parágrafo), embora contrário às regras vigentes, o hífen presta-se a conferir relevo e a indicar que o substantivo foi cunhado por Achille Mbembe.

B) Na composição de termos que indicam origem, como em “Afro-Americano” (1º parágrafo), o hífen atribui maior importância ao que inicia o vocábulo, a ponto de indicar, no contexto, uma identidade valorizada pelo entrevistado.

C) Na composição de dois substantivos como “homem-mercadoria” (1º parágrafo) forma-se um termo de significado novo, de modo a indicar, neste caso, a depreciação do homem a ponto de ser comercializado

D) Na justaposição, como ocorre em “homem-coisa” (1º parágrafo), o hífen tem a função de hierarquizar os termos componentes, variando em número, por regra, apenas o primeiro: “homens-coisa”.

E) Na justaposição de termos, como ocorre em “Afro-Caribenho”, ainda que o hífen tenha servido para ressaltar um atributo dual, trata-se de equívoco, uma vez que a norma vigente exclui o hífen quando não ocorre encontro de duas vogais semelhantes.


a) ERRADO ? Apesar de “re-balcanização” está contrário às regras vigentes, cabe às aspas (e não ao hífen) conferir relevo e a indicar que o substantivo foi cunhado por Achille Mbembe. (https://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/aspas-como-utilizar-esse-recurso-grafico.htm)

b) ERRADO ? Quando o autor diz: “… a ‘razão negra’ designa a retomada do discurso daqueles que foram ‘catalogados’ ” acredito que ele não  esteja valorizando a identidade desses indivíduos, mas sim criticando os responsáveis por cataloga-los.

c) CORRETO ? Realmentre se atribui um novo significado a palavra “homem-mercadoria” em que esse novo significado deprecia os “não-brancos” como elenca o autor no trecho: “Neste contexo, ‘Negro’ é a definição de uma humanidade que se presume não ser só uma, ou, sendo apenas uma, não pode ser nada mais do que uma coisa, um objeto, uma mercadoria. “

d) ERRADO ? Podemos pluralizar tanto o 1º termo quanto os dois termos do substantivo composto “homem-coisa” justamente por se tratar de dois substantivos ligados por hífen (https://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf28.php)

e) ERRADO ? Segundo Evanildo Bechara: “As formas empregadas adjetivamente do tipo afro-, anglo-, franco-, indo-, luso-, sino-, e assemelhadas continuarão a ser grafadas sem hífen em empregos que só há uma etniaPorém escreve-se com hífen quando houver mais de uma etinia“. No texto o autor distingue “Afro-Americanos” e “Afro-Caribenhos” (BECHARA,Evanildo.Moderna Gramática Portuguesa,37ª edição, pg.96)

Gabarito: C

Mapa Mental em: Português

 

Português- Uso de Hífen

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