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Compensação da Jornada de Trabalho – Questão + mapa mental

Existem algumas diferenças quanto as  Jornadas de Trabalho, é um assunto bem conhecido aos concurseiros trabalhistas, a CLT aborda os diferentes casos da Jornada.

Essa questão da CELESC abordou o conhecimento da forma de compensação mensal da Jornada de Trabalho como também as características das jornadas em tempo parcial.


 

[FEPESE/2018                                 CELESC]   É correto afirmar acerca da jornada de trabalho:

a) A jornada de trabalho em regime de tempo parcial poderá ser acrescida de horas extras, em número não excedente de duas.

b) O trabalho em regime de tempo parcial é aquele cuja jornada de trabalho não exceda a trinta horas mensais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais

c) É lícito o regime de compensação de jornada estabelecido por acordo individual, tácito ou escrito, para a compensação no mesmo mês.

d) Não poderá haver distinção entre o salário a ser pago aos empregados sob o regime de tempo parcial, em relação aos empregados que cumprem, nas mesmas funções, tempo integral.

e) É vedado ao empregado contratado sob regime de tempo parcial converter o período de férias a que tiver direito em abono pecuniário.


CLT

A e B) Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.

c) Art. 59, § 6o É lícito o regime de compensação de jornada estabelecido por acordo individual, tácito ou escrito, para a compensação no mesmo mês.

d) Art. 58-A, § 1o O salário a ser pago aos empregados sob o regime de tempo parcial será proporcional à sua jornada, em relação aos empregados que cumprem, nas mesmas funções, tempo integral.

e) Art. 58-A, § 6o É facultado ao empregado contratado sob regime de tempo parcial converter um terço do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário.

GABARITO: C

Mapa Mental: Direito do Trabalho- Jornada de Trabalho

Compensação de Jornada de Trabalho

Compensação de Jornada de Trabalho

 


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Interrupção do Contrato de Trabalho – Questão + mapa mental

Para aqueles que prestarão concurso na área trabalhista  não pode deixar de estudar o Contrato de Trabalho suas características e seus casos de Interrupção e Suspensão.

Essa questão do TRT-RJ exigiu que o candidato conhecesse um de seus casos de Interrupção do Contrato de Trabalho.


[AOCP/2018                                  TRT(1ºregião)-RJ] Plínio foi intimado, por carta com aviso de recebimento, para ser testemunha em uma audiência de instrução ação de despejo, designada para a data de 04 de jul. de 2018 às 13h30. Diante da questão fática, assinale a alternativa correta.

a) Plínio poderá se ausentar do trabalho pelo tempo que se fizer necessário para estar em juízo, sem prejuízo do salário, pois o comparecimento perante a justiça, para depor como testemunha, caracteriza encargo público. Trata-se de hipótese de interrupção do contrato de trabalho.

b) Ao empregador é facultado computar o período em que Plínio estará em juízo como 01 falta injustificada.

c) Plínio poderá se ausentar do trabalho pelo tempo que se fizer necessário para estar em juízo sem prejuízo do salário, pois o comparecimento perante a justiça, para depor como testemunha, caracteriza encargo público. Trata-se de hipótese de suspensão do contrato de trabalho.

d) Embora a audiência tenha sido designada em data e horário certos e determinados, Plínio poderá se ausentar do trabalho por 02 dias consecutivos, a iniciar-se no dia imediatamente anterior à audiência, a fim de consultar os autos e reunir-se com a parte que o intimou e seu procurador, sem prejuízo do salário, pois o comparecimento perante a justiça, para depor como testemunha, caracteriza encargo público. Trata-se de hipótese de interrupção do contrato de trabalho.

e) Plínio não poderá se ausentar do trabalho para comparecer à audiência, devendo requerer a dispensa do encargo, tendo em vista que o regulamento interno da empresa veda o comparecimento de seus empregados em juízo a fim de prestar depoimento como testemunha.


SUSPENSÃO: Cessação provisória e total dos efeitos do Contrato de Trabalho. Efeitos: Na suspensão o contrato continua em pleno vigor mas não conta o tempo de serviço e não há remuneração.

INTERRUPÇÃO: Cessação parcial e provisória do Contrato de Trabalho. Efeitos: Como a cessação é parcial, continua a contar o tempo de serviço e percebendo a remuneração.

No caso em questão, a resposta encontra-se expressamente na CLT:

Art. 473 – O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário:

VIII – pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que comparecer a juízo.

Art. 822 – As testemunhas não poderão sofrer qualquer desconto pelas faltas ao serviço, ocasionadas pelo seu comparecimento para depor, quando devidamente arroladas ou convocadas.

Gabarito: A

Mapa Mental em: Direito do Trabalho- Contrato de Trabalho

 

CT de trab- Interrupção

CT de trab- Interrupção

 


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Atributos dos Atos Administrativos – Questão + mapa mental

Os atributos dos atos administrativos é um assunto quase obrigatório em todas as provas de Direito Administrativo.

Essa questão do TRT explorou tantos os atos como os elementos dos atos.


 

[FCC/2018  TRT – 15ª Região (SP)] São imprescindíveis ao ato administrativo, dentre seus elementos e atributos,

a) sujeito e autoexecutoriedade.

b) finalidade e autoexecutoriedade.

c) motivação e presunção de veracidade.

d) presunção de veracidade e forma solene.

e) objeto e presunção de veracidade.


a) sujeito e autoexecutoriedade.

1)Sujeito equivale à competência, logo, é um elemento dos atos. 2) A autoexecutoriedade não está presente em todos os atos.

b) finalidade e autoexecutoriedade.

A autoexecutoriedade não está presente em todos os atos administrativos.

c) motivação e presunção de veracidade.

Motivação não é um elemento do ato administrativo, e sim o motivo.

d) presunção de veracidade e forma solene.

1)Presunção de veracidade não é um elemento, e sim um atributo. 2) A forma solene não é um atributo do ato administrativo.

e) objeto e presunção de veracidade.

Todo ato administrativo possui um objeto que é o efeito que o respectivo ato irá produzir. Ademais, todo ato administrativo necessita presumir-se verdadeiro e legal, consoante ao princípio da legalidade.

ELEMENTOS DOS ATOS ADMINISTRATIVOS – COMFIFORMOB

COMpetência ? Poder atribuído ao agente para a prática do ato.
FInalidade ? Resultado pretendido pela Administração com a prática do ato administrativo.
FORma ? Modo como o ato administrativo se exterioriza.
Motivo ? Pressuposto de fato e de direito que serve de fundamento ao ato administrativo.
OBjeto ? Efeito jurídico imediato que o ato produz.

ATRIBUTOS DOS ATOS ADMINISTRATIVOS – PATI
Presunção de Letimidade / Veracidade ? Atos de acordo com a LEI / VERDADE.
Autoexecutoriedade ? Execução dos atos independentemente de autorização prévia do poder judiciário.
Tipicidade ? Figuras definidas por lei.

Imperatividade ? Atos são impostos independentemente de concordância.

 

Gabarito – E

Mapa Mental – Atos e Poderes Administrativos

 

Atos Administrativos - Presunção de Legitimidade

Atos Administrativos – Presunção de Legitimidade

 


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[Questão] Relação de Emprego

[CESGRANRIO/2018                                 Liquigás]   A relação de emprego somente ocorre se estão presentes os elementos que a caracterizam; sem eles, não se pode configurá-la como tal.

Assim, os elementos que caracterizam o vínculo empregatício estabelecido por essa relação, são o(a)

a) Fundo de Garantia por Tempo de Serviço; as férias; o 13º salário; o seguro-desemprego; o salário-família

b) contrato de trabalho; a pessoa jurídica; a convenção coletiva de trabalho; a habitualidade; a pessoalidade

c) salário; a remuneração; o adicional noturno; a convenção coletiva de trabalho; o aviso-prévio

d) pessoa física; a continuidade; a subordinação; a onerosidade; a pessoalidade

e) pessoa jurídica; o empregado; a impessoalidade; a descontinuidade; a onerosidade


CLT

Art. 3º – Considera-se empregado toda pessoa física (pessoalidade) que prestar serviços de natureza não eventual (continuidade) a empregador, sob a dependência deste (subordinação) e mediante salário (onerosidade).
SHOPPA
S – SUBORDINAÇÃO
H – HABITUALIDADE
O – ONEROSIDADE
P – PESSOALIDADE
P – PESSOA FÍSICA
A – ALTERIDADE (FCC JÁ CONSIDEROU)

Gabarito: D

Mapa Mental em: Direito do Trabalho- Relação de Trabalho

 

Elementos da Relação de Emprego

Elementos da Relação de Emprego

 

 


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Poder Legislativo – Competências do Congresso Nacional

[FGV/2018  MPE-AL] O Governador de determinado Estado solicitou informações à sua assessoria a respeito do órgão competente para julgar suas contas de governo anuais.

Considerando a sistemática estabelecida na Constituição da República, a assessoria respondeu corretamente que esse órgão é o

a) Tribunal de Contas, com recurso para a Assembleia Legislativa.

b) Assembleia Legislativa, com recurso para o Tribunal de Justiça.

c) Tribunal de Contas, com recurso para o Tribunal de Justiça.

d) Assembleia Legislativa, que julga em caráter definitivo.

e) Tribunal de Contas, que julga em caráter definitivo.


Pela simetria de formas, aplicam-se os arts. 71, I, e 49, IX, respectivamente:

Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete:

I – apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República, mediante parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento;

Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:

IX – julgar anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo;

Assembleia Legislativa, que julga em caráter definitivo.
Gabarito: D

Mapa Mental em: Direito Constitucional-Poder Legislativo

 

Competência Exclusiva CN- Julgar as contas PR

Competência Exclusiva CN- Julgar as contas PR

 


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[Questão] Fontes do Dir. do Trabalho

[FCC/2016                     TRT – 14ª Região (RO e AC)]   A doutrina dominante classifica como fontes formais autônomas do Direito do Trabalho:

a) a Constituição Federal e as Medidas Provisórias.

b) as Portarias do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE.

c) os fatos sociais e políticos que contribuíram para formação e a substância das normas jurídicas trabalhistas.

d) os acordos coletivos de trabalho e as convenções coletivas de trabalho.

e) as greves de trabalhadores em busca de melhores condições de trabalho.

 


Fontes do direito do trabalho
Fontes Formais: se enquadram como tal tendo em vista de sua exteriorização na ordem jurídica

· Fontes Heterônomas: Sem participação dos destinatários da norma: Constituição, leis, decretos, laudos arbitrais e regulamento de empresa.

· Fontes Autônomas: Com participação dos destinatários da norma: Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)
Fontes Materiais: momento pré-jurídico, influenciam na criação e alteração das normas jurídicas. Ex: Movimentos sindicais e de operários. é a alternativa “C”.
Gabarito: D

Mapa Mental em: Direito do Trabalho- Princípios e Fontes

 

Dir. Trab. - Fontes Formais Autônomas

Dir. Trab. – Fontes Formais Autônomas


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[Questão] Organização do Estado

[FCC/2018                             DPE-AM]  De acordo com a Constituição Federal, a edição de leis em matéria de responsabilidade por dano ao consumidor é de competência

a) concorrente entre União e Estados, cabendo à União estabelecer normas gerais e aos Estados o exercício da competência suplementar.

b) concorrente entre União e Estados, cabendo à União legislar integralmente sobre o tema, estabelecendo normas gerais e específicas, e aos Estados apenas o exercício da competência para editar decretos regulamentares.

c) concorrente entre Estados e Municípios, cabendo aos Estados estabelecer normas específicas e aos Municípios o exercício da competência suplementar, sendo vedado à União dispor sobre o tema.

d) privativa da União, que pode, no entanto, autorizar os Estados, mediante edição de lei complementar, a legislar sobre questões específicas nesse tema.

e) privativa da União, cabendo aos Estados e aos Municípios apenas o exercício da competência para editar decretos regulamentares para a fiel execução da lei federal.

 


 

a)concorrente entre União e Estados, cabendo à União estabelecer normas gerais e aos Estados o exercício da competência suplementar. CORRETA. Art.24 Compete à união, aos Estados e ao DF legislar concorrentemente sobre:

VIII – responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético histórico, turístico e paisagístico.

§ 2° A Competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados

b) concorrente entre União e Estados, cabendo à União legislar integralmente sobre o tema, estabelecendo normas gerais e específicas, e aos Estados apenas o exercício da competência para editar decretos regulamentares.

ERRADA. Art.24 §1° No âmbito da legislação concorrente (união+estado+DF), a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.

§ 2° A Competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados

c) concorrente entre Estados e Municípios, cabendo aos Estados estabelecer normas específicas e aos Municípios o exercício da competência suplementar, sendo vedado à União dispor sobre o tema.

ERRADA. Não há “municípios” em concorrente

d) privativa da União, que pode, no entanto, autorizar os Estados, mediante edição de lei complementar, a legislar sobre questões específicas nesse tema.

ERRADA. Não é privativa da União, é Concorrente à União, Estados e ao DF.

e) privativa da União, cabendo aos Estados e aos Municípios apenas o exercício da competência para editar decretos regulamentares para a fiel execução da lei federal.

ERRADA. Não é privativa da União, é Concorrente à União, Estados e ao DF.

 

Gabarito: A
Mapa Mental em: Organização do Estado

 

Competência Concorrente - Direito do Consumidor

Competência Concorrente – Direito do Consumidor

 


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[Questão] Licitações (Lei 8.666)

[CESPE/2018                             TCE-PB] Nas licitações públicas, de acordo com o princípio do julgamento objetivo,
a) comprovado o melhor interesse da administração, os critérios de julgamento poderão incluir fatores subjetivos.

b) concluído o procedimento, a administração estará impedida de atribuir o objeto da licitação a outrem que não o licitante vencedor.

c) o julgamento do certame deve nortear-se pelo critério previamente fixado no instrumento convocatório, observadas todas as normas a seu respeito.

d) a administração poderá cobrar do licitante qualquer qualificação, ainda que não inserida no edital, desde que a exigência tenha nexo relacional com o objeto da contratação.

e) o julgamento do certame deve realizar-se segundo razões de conveniência e oportunidade do gestor.

 


 

Princípio do julgamento objetivo

O princípio do julgamento objetivo guarda estreita relação com os princípios da impessoalidade e da vinculação ao instrumento convocatório. Tal postulado impõe que as propostas da licitação devem ser julgadas de acordo com os critérios objetivos previamente definidos no edital ou convite (art. 44 e 45). As margens de apreciação subjetiva devem ser mínimas, sendo vedada a “utilização de qualquer elemento, critério ou fator sigiloso, secreto, subjetivo ou reservado que possa ainda que indiretamente elidir o princípio da igualdade entre os licitantes” (art. 44, §1º).

8.666 /Art. 45. O julgamento das propostas será objetivo, devendo a Comissão de licitação ou o responsável pelo convite realizá-lo em conformidade com os tipos de licitação, os critérios previamente estabelecidos no ato convocatório e de acordo com os fatores exclusivamente nele referidos, de maneira a possibilitar sua aferição pelos licitantes e pelos órgãos de controle.

Gabarito:  C

Mapa Mental em: Licitações (Lei 8.666)

Licitações - Julgamento Objetivo

Licitações – Julgamento Objetivo

 


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[Questão] Raciocínio Lógico

[FGV/2018                          MPE-AL]  Considere a afirmação:

“Existem insetos que não são pretos”
Se essa afirmação é falsa, então é verdade que
a) nenhum inseto é preto.

b) todo inseto é preto.

c) todos os animais pretos são insetos.

d) nenhum animal preto é inseto.

e) nem todos os insetos são pretos.


 

Negações

Todo A é B = Algum A não é B

Nenhum A é B = Algum A é B

Algum A é B = Nenhum A é B

Algum A não é B = Todo A é B

Lembre dessa ordem TNAA, a fileira da negação vai ser a ordem da argumentação ao contrário!!

Considere a afirmação:

“Existem insetos que não são pretos”

Se essa afirmação é falsa, então é verdade que

Negando….

“Todo inseto é preto”
Gabarito: B

Mapa Mental em: Raciocínio Lógico

 

Raciocínio Lógico - Preposições Categóricas

Raciocínio Lógico – Preposições Categóricas

 


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[Questão] Responsabilidade Civil do Estado

[FGV/2018                                        MPE-AL] Ednaldo, servidor público estadual, durante o horário de expediente, deixou que um objeto caísse da janela da repartição pública em que trabalhava. Esse objeto caiu sobre a cabeça de Pedro e lhe causou danos.

Considerando as normas constitucionais que dispõem sobre o dever de reparar os danos causados, assinale a afirmativa correta.

a) Somente Eraldo pode ser responsabilizado, mas é necessário demonstrar a sua culpa.

b) O Estado pode ser responsabilizado, ainda que não demonstrada a culpa de Eraldo.

c)  Nem Eraldo nem o Estado podem ser responsabilizados, pois ocorreu um mero acidente.

d) Somente Eraldo pode ser responsabilizado, mesmo que não demonstrada a sua culpa.

e) O Estado pode ser responsabilizado, mas é necessário provar a culpa de Eraldo.


Com base na Teoria da Responsabilidade Objetiva do Estado é do Estado a responsabilidade civil pelos atos dos seus funcionários que nessa qualidade causem danos a terceiros, não sendo necessário que o prejudicado prove a culpa da administração, basta haver uma relação de causalidade entre o ato prejudicial e a administração.
Gabarito: B
Mapa Mental em: Direito Administrativo – Responsabilidade Civil do Estado

 

Responsabilidade Civil do Estado - Teorias

Responsabilidade Civil do Estado – Teorias

 


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